PSICOTERAPIA PRESENCIAL

A principal meta do processo psicoterapêutico é trabalhar questões e dificuldades que impactam o bem-estar emocional, fazendo conexões e associações tanto com os aspectos conscientes quanto os inconscientes. É também indicada para a descoberta, o entendimento e a exploração de comportamentos, emoções e sentimentos diversos. Pode ainda auxiliar em situações de ansiedade, estresse, luto, depressão, doenças físicas, sentimento de vazio e na compreensão das relações interpessoais. Ao tratar das questões e narrar as próprias histórias, podemos ter insights que ajudam a transformar e ressignificar os sintomas de ordem emocional ou físicos, superando padrões destrutivos de comportamentos, pensamentos ou sentimentos.
A psicoterapia é indicada para pessoas que estão em busca de um melhor entendimento de si-mesmas e com o meio em que estão inseridas. Como por exemplo nas relações familiares, tratando de questões relativas à pai, mãe, filhos, separações conjugais, brigas e afastamentos etc. Nas relações afetivas com amigos, colegas, vizinhos ou a comunidade em geral. Nas relações amorosas, contemplando namoros, casamentos e outros arranjos relacionais. No campo profissional, tratando do impacto do trabalho na vida pessoal, satisfações e insatisfações com a vida laboral, mudança de carreira etc. No âmbito socioeconômico, pensando em questões financeiras, relação com dinheiro, consumo etc. No campo religioso ou espiritual, desenvolvendo questões ligadas à prática de religiões específicas ou de práticas espirituais e a relação com o sagrado. Nos aspectos físicos, tratando de questões do corpo, doenças, cirurgias, obesidade, prática de exercícios físicos etc.
As sessões de terapia acontecem de forma semanal em períodos de 50 a 60 minutos. O trabalho é feito através da interação entre o cliente e o terapeuta, que juntos irão construir um espaço seguro para a expressão e entendimento de pensamentos e emoções. O cliente deve trazer suas questões e situações vividas em qualquer âmbito para que sejam trabalhadas de forma integral durante as sessões. Todo material apresentado será tratado de maneira sigilosa e respeitosa, buscando sempre novos olhares e reflexões, que muitas vezes não encontramos em outros espaços de troca. Atendo jovens a partir dos 18 anos, adultos e idosos.
Sobre a Psicologia Analítica
A Psicologia Analítica, ou Psicologia Complexa, como a nomeou seu fundador Carl Gustav Jung, tem como principal norteador o processo de individuação. Tal processo seria a busca por tornar-se quem realmente somos, integrando diferentes partes da psique. A terapia junguiana visa facilitar esse processo, promovendo um maior sentido de autenticidade e alinhamento interno. Uma das contribuições mais significativas de Jung foi a ideia de que todos compartilhamos um inconsciente coletivo, que contém experiências e imagens arquetípicas comuns a toda a humanidade. Este conceito pode favorecer a compreensão de padrões recorrentes em nossas vidas. Considera também a importância dos arquétipos, que são temas universais que possuem significados profundos. Seus conteúdos podem ser considerados em sessões terapêuticas para ajudar os pacientes a reconhecer e reinterpretar suas experiências práticas ou simbólicas. Em conjunto com o reconhecimento e exploração dos complexos, também podemos utilizar outras técnicas terapêuticas como a interpretação de sonhos e a análise de símbolos. Todos estes recursos buscam levar as pessoas a uma maior compreensão de si mesmas, aprenderem a lidar e sustentar os conflitos internos e atingirem, por fim, um estado que se aproxime de um equilíbrio psicológico.
Entre os benefícios do atendimento junguiano, os clientes que passam pelo processo relatam freqüentemente um aumento significativo na compreensão de si mesmos, das suas motivações e dos seus comportamentos. A abordagem ajuda a integrar experiências passadas, incluindo traumas, permitindo uma vida mais equilibrada e saudável. A terapia junguiana pode ainda abrir caminhos para a expressão criativa, ajudando os clientes a se conectarem com sua criatividade inata e a expressarem suas emoções de forma mais genuína dentro e fora do contexto clínico.



